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Thursday, 25 November 2010



Wednesday, 17 November 2010

Friends are good for Health

Good for health

Having friends increases life expectancy by 50%

BBC
A study at Brigham Young University, USA, says that having a good network of friends and neighbors can increase the chances of survival for a person by 50%.Published in the journal PLoS Medicine, the research analyzed about 150 studies on the subject and suggests that having few friends can be as harmful as smoking 15 cigarettes per day or an alcoholic.
There are many ways in which friends, colleagues and family can increase the health and wellbeing of a person. According to American scientists, taking account of others leads us to take better care of ourselves. "When the individual is connected to a group and feel responsible for others, it starts to be more careful and take fewer risks," says Julianne Holt-Lunstad, coordinator of the study.
The researchers also concluded that the loss of social support can further reduce the chances of survival for a person than obesity or a sedentary lifestyle. The study looked for seven years, 300 000 volunteers on four continents and found that those with stronger social networks did better on tests of health and life expectancy. Just to give you an idea, the likelihood of these people were living was almost two times higher than those considered loners.
The study encompassed people of all ages, regardless of initial health status of respondents. "The effect is not isolated to older adults. Relationships provide a level of protection to all ages, "said Timothy Smith, another researcher on the study.
Smith, however, warns that modern gadgets and technology can lead some people to think that social networks face to face are no longer needed. "As humans, we face relationships for granted, we are like fish do not notice the water. The constant interaction is not just a psychological benefit, but directly affects our physical health," he added.

Amigos fazem bem a saude!

Bom para a saúde: Amigos

Ter amigos aumenta expectativa de vida em 50%

BBC
Uma pesquisa da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, afirma que ter uma boa rede de amigos e vizinhos pode aumentar as chances de sobrevivência de uma pessoa em 50%. Publicada na revista especializada PLoS Medicine, a pesquisa analisou cerca de 150 estudos sobre o assunto e sugere que ter poucos amigos pode ser tão prejudicial quanto fumar 15 cigarros por dia ou ser alcoólatra.
Há muitas formas pelas quais amigos, colegas e família podem aumentar a saúde e bem-estar de uma pessoa. Segundo os cientistas americanos, tomar conta de outras pessoas nos leva a cuidar melhor de nós mesmos. “Quando o indivíduo está conectado a um grupo e se sente responsável por outras pessoas, ele passa a se cuidar mais e a assumir menos riscos”, afirma Julianne Holt-Lunstad, coordenadora do estudo.
Os pesquisadores também concluíram que a perda do apoio social pode reduzir mais as chances de sobrevivência de uma pessoa do que a obesidade ou o sedentarismo. O estudo analisou, durante sete anos, 300 mil voluntários em quatro continentes e constatou que aqueles com redes sociais mais fortes se saíram melhor em testes de saúde e expectativa de vida. Só para se ter uma ideia, a probabilidade destas pessoas estarem vivas era quase duas vezes maior do que a dos considerados solitários.
O estudo abarcou pessoas de todas as faixas etárias, sem levar em conta o estado de saúde inicial dos pesquisados. “O efeito não é isolado em adultos mais velhos. Relacionamentos fornecem um nível de proteção a todas as idades”, afirmou Timothy Smith, outro pesquisador que participou do estudo.
Smith, no entanto, alerta que os aparatos modernos e a tecnologia podem levar algumas pessoas a pensar que redes sociais face a face não são mais necessárias. "Como humanos, nós encaramos relacionamentos como algo garantido, somos como peixes que não notam a água. A interação constante não é apenas um benefício psicológico, mas influencia diretamente nossa saúde física", acrescentou.

Generosidade Brasileira em Baixa



Ranking de generosidade

Brasileiros ficam em 76º lugar na classificação mundial

BBC Brasil
Os brasileiros ficaram em 76º lugar em um novo ranking internacional de generosidade que avaliou o grau de envolvimento da população em ações de caridade. Essa classificação foi feita com base em questionários realizados pelo instituto de pesquisas Gallup em 153 países pela ONG internacional Charities Aid Foundation, que criou o índice World Giving Index (Índice da Generosidade Mundial, em tradução livre). Os entrevistados responderam a perguntas sobre doações para entidades beneficentes, tempo gasto em trabalho voluntário e ajuda a estranhos.
Na América Latina, o Brasil aparece atrás de outros 15 países no ranking da generosidade, empatado com Argentina e Nicarágua. Entre os países dos BRICs, os brasileiros são os mais generosos, à frente dos indianos (134º lugar), russos (138º), e chineses (147º). O estudo indicou que os países com as pessoas mais "generosas" são Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Irlanda e Suíça. Os cincos últimos do ranking são Grécia, Sérvia, Ucrânia, Burundi e Madagascar (último).
Em cada país, foram entrevistadas mil pessoas que vivem em centros urbanos. Em países mais populosos, como China e Rússia, a amostragem foi feita com 2 mil entrevistados. O índice leva em consideração três aspectos: doação de dinheiro para organizações, trabalho voluntário e ajuda a pessoas estranhas.No Brasil, quase metade das pessoas (49%) disse ter ajudado pessoas que elas não conheciam no último mês.
O índice no qual os brasileiros demonstram menos solidariedade é o de trabalho voluntário – 15% disse ter se voluntariado em alguma organização no último mês. Em países que lideram o ranking, como Austrália, Suíça e Estados Unidos, o índice é mais do que o dobro do brasileiro. No Haiti, país que atravessou crises políticas e um terremoto de grandes proporções no último ano, 38% dos entrevistados disseram que fazem trabalho voluntário.
Um em cada quatro entrevistados no Brasil afirmou que contribui com dinheiro para alguma organização, que inclui instituições de caridade, partidos políticos ou igrejas. Na Austrália, país que lidera o ranking ao lado da Nova Zelândia, 70% das pessoas entrevistadas afirmaram que doam dinheiro para entidades sociais.
Segundo a Charities Aid Foundation, as ações caridosas variam muito entre os países devido a diferenças culturais. Cada país tem conceitos diferentes sobre o que é ser generoso.No entanto, a pesquisa identificou um padrão global: quanto mais velhas as pessoas, mais generosas elas costumam ser. Segundo a entidade, isso tem relação com o melhor nível econômico das pessoas mais velhas em cada país.
Ranking da generosidade
1 - Austrália
1 - Nova Zelândia
3 - Canadá
3 - Irlanda
5 - Suíça
5 - EUA
7 - Holanda
8 - Grã-Bretanha
8 - Sri Lanka
10 - Áustria 
76 - Brasil
134 - Índia
138 - Rússia
147 - China 
Fonte: Charities Aid Foundantion
REINVENTAR-SE

Oi Pessoal!
Todos querem saber qual é a melhor maneira de reinventar-se.

Então, aqui vai uma dica do Tom Peters:

Para reinventar-se de verdade, leve um tombo na vida!

Nada oxigena mais o cérebro do que errar, sentir a dor de falhar, analisar o erro e buscar um novo jeito de reinventar-se.

Os momentos em que mais cresci foram aqueles em que fiz bobangens e procurei uma nova forma de fazer as coisas.

E quanto a você? O que você faz quando erra?

Pense nisso e aproveite para crescer.